2025 chegou trazendo muitas alegrias.
Meu filho indo bem no trabalho, meu pequeno negócio prosperando e uma viagem em vista — tudo parecia caminhar com leveza.
Mas, na madrugada que antecedeu o retorno da viagem, acordei com muita tontura e enjoo. Na hora, pensei que fosse uma crise de labirintite. Não foi fácil: enfrentar o avião, a conexão… mas me mantive calma, porque eu só queria chegar em casa.
Graças a Deus, cheguei a Belém. Pedi ao meu filho que comprasse o remédio que costumo tomar nessas crises, e, aos poucos, a vida voltou ao seu curso normal.
No trabalho, passei a atuar apenas nos fins de semana. Já não tinha o mesmo pique de antes. Quando ficava muito tempo em pé, meus pés inchava e eu sentia dores nas costas.
Mesmo assim, a vida seguiu acontecendo: em abril, recebemos a visita da Dona Jack; em junho, vieram minha filha e meu genro. Foram momentos bons, de presença e afeto.
Quando chegou o verão amazônico, fui ao sítio com papai, Iracema e Telma. Foi um passeio muito especial — daqueles que aquecem o coração...







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